"Nil Adimirari" => O Princípio dos Indiferentes
Somos seres diferentes. Mas não tão diferentes assim.
Somos todos apenas iguais por coerção, e semelhantes nos interesses.
Queremos o que nos vem às mãos com maior facilidade. Claro, é muito melhor mesmo.
Estava a fazer um trabalho sobre alienação (adverto de uma vez, quem ler e tiver algum material, por favor me envie!! rs), encontrei algumas frases em latin, as quais adimirei e ri como nunca de seus respectivos significados. Me encontrei na madrugada chorando de rir da simplicidade do idioma "latim" e da complexidade que qualquer outro idioma encontra de se comunicar.
Pois bem, percebi que alguns sites voltados a questões culturais não são tão acessados. Apenas aqueles de fácil acesso.
Sites de relacionamentos, programas de comunicação agil, e televisão nos tira a atenção que deveria ser voltada para questões sociais, economicas e mentais.
Refleti ao ler: "muitos são chamados, mas poucos os escolhidos". Será que é porque a sociedade é injusta? Será que damos o máximo de nós? Será que isso é mesmo verdade??
A sociedade não é injusta pois não é ela quem tem a obrigação de ser otimista para nós. Não é a sociedade que escolhe o noso futuro. Não é a sociedade quem caminha pra gente.
Não. Nós não damos o máximo de nós. Poucos fazem isso. E os poucos tem sim o direito de receber por seu esforço.
Pode parecer surreal o que digo, porém é verdade. Muitos pensam que a política comanda um país, a situação financeira de alguém pode melhorar para uns e afundar a vida de outros. Mas não é verdade. Porque só é verdade se uma massa em si se desvalorizar. Não tiver voz.
É indigno de se dizer que a união faz a força. Quando tememos a força que pode desfazer tal união.
Horácio (Epístolos. I,6.1) dizia "não se deve adimirar de nada". Este era, para ele, o príncipio da felicidade. Ignorar aquilo que não é real para você, e absorver o que ao seu ver lhe fará algum bem.
Ele não deixa de estar certo em alguns pontos. Mas estabelecer um princípio, ao qual muitos podem recorrer afim de explicar sua indiferença para com seu semelhante, é injusto. Porém válido.
É preciso ter coragem. Mas não coragem apenas.
Somos todos apenas iguais por coerção, e semelhantes nos interesses.
Queremos o que nos vem às mãos com maior facilidade. Claro, é muito melhor mesmo.
Estava a fazer um trabalho sobre alienação (adverto de uma vez, quem ler e tiver algum material, por favor me envie!! rs), encontrei algumas frases em latin, as quais adimirei e ri como nunca de seus respectivos significados. Me encontrei na madrugada chorando de rir da simplicidade do idioma "latim" e da complexidade que qualquer outro idioma encontra de se comunicar.
Pois bem, percebi que alguns sites voltados a questões culturais não são tão acessados. Apenas aqueles de fácil acesso.
Sites de relacionamentos, programas de comunicação agil, e televisão nos tira a atenção que deveria ser voltada para questões sociais, economicas e mentais.
Refleti ao ler: "muitos são chamados, mas poucos os escolhidos". Será que é porque a sociedade é injusta? Será que damos o máximo de nós? Será que isso é mesmo verdade??
A sociedade não é injusta pois não é ela quem tem a obrigação de ser otimista para nós. Não é a sociedade que escolhe o noso futuro. Não é a sociedade quem caminha pra gente.
Não. Nós não damos o máximo de nós. Poucos fazem isso. E os poucos tem sim o direito de receber por seu esforço.
Pode parecer surreal o que digo, porém é verdade. Muitos pensam que a política comanda um país, a situação financeira de alguém pode melhorar para uns e afundar a vida de outros. Mas não é verdade. Porque só é verdade se uma massa em si se desvalorizar. Não tiver voz.
É indigno de se dizer que a união faz a força. Quando tememos a força que pode desfazer tal união.
Horácio (Epístolos. I,6.1) dizia "não se deve adimirar de nada". Este era, para ele, o príncipio da felicidade. Ignorar aquilo que não é real para você, e absorver o que ao seu ver lhe fará algum bem.
Ele não deixa de estar certo em alguns pontos. Mas estabelecer um princípio, ao qual muitos podem recorrer afim de explicar sua indiferença para com seu semelhante, é injusto. Porém válido.
É preciso ter coragem. Mas não coragem apenas.
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