As folhas no outono ...


É...
Assim compreendemos como chegar ao mesmo fim de cada novo início...
Sorrindo sem ter vontade ...
As vezes, quando nos deparamos com a vida crua (socialmente falando), esquecemos que padrões inversos a nossa vontade prevalecem a qualquer custo (ate mesmo pequenas humilhações que poderiam ser evitadas), então fazemos tudo o que alguns estranhos presupõem ser o certo.
Também encontramos nosso ser imcompreendido; um exemplo: por não ter cumprimentado a senhora de 87 anos que mora a 7 quarteirões da casa de sua avó materna, e que sempre que você ia no parque de diversões ela pedia pra você levar os filhos dela pra brincarem também, porque tinham dificuldades de fazer amigos.

Por isso as vezes não é tão bom sorrir... parece ato involuntário, mas nem sempre é (confuso não?)

O ser humano em si é confuso, pra si mesmo na maior parte das vezes. Analisá-lo é uma forma de compreender a si próprio. Por isso dizem somos espelhos.

Exemplos:

  1. Gostamos de listar coisas. Mas dizemos sempre que somos mal organizados. Enfim, nunca seguimos a ordem dos nossos passos. Então não descobrimos o porque de certos feitos* e nem compreendemos porque nos esquecemos facilmente das coisas ou nos distraimos.
  2. Estamos sempre sentindo necessitade de fazer algo, pra si proprio, mas nunca por algum motivo maior. A não ser o te satisfazer alguma vontade.
  3. Nunca olhamos pra fora de nós mesmos, e então não conseguimos mesmo enxergar uma realidade maior que a nossa. Muitas vezes não enxergamos nem a a nossa.
  4. Seguimos provérbios mesmo sem saber onde eles nos farão chegar...
Sim... é difícil listar o que dificulta a nossa visão. É mais difícil ainda pensar, enxergar, e mesmo fazendo alguma coisa errada na vida, ver no outro o mesmo, e não poder concertar.
Porque as folhas de outono sempre caem, as árvores se despem do seco e são revestida por um novo porvir...



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